Sonic: Ranquando (alguns) jogos do pior ao melhor
Uma pequena lista de jogos do azulão para correr ou se divertir
Sonic The Hedgehog nasceu com o intuito de ser a cara da Sega, nos anos 1990. Tornando-se o mascote oficial da empresa, que a época buscava por um garoto propaganda para seu hardware veloz. A vida do Mega Drive, console onde o Sonic nasceu, pode ser dividida em um momento anterior e um posterior a ele, assim como a história da SEGA desde então. Na ativa desde 1991, o personagem acumula uma biografia cheia de altos e baixos, para tanto iremos listar algumas das piores e melhores experiências que o ouriço azul pode entregar.
Essas opiniões são baseadas em experiências próprias com a série, o que exclui alguns jogos famoso, como Sonic 2006, Sonic Unleashead e até mesmo as experiências mais recentes como Sonic Forces e Sonic Frontiers, títulos que ainda não tive oportunidade de jogar. Assim que possível serão atualizadas.
16: Sonic The Hedgehog 4 : Episode 1

Citado frequentemente como um dos jogos mais decepcionantes do azulão, Sonic The Hedgehog 4 : Episódio 1 se esforça em todos os aspectos para levar esta critica a sério. Lançado em 2010 com a promessa de ser uma revisita das aventuras clássicas, tomando como referência o sucesso de New Super Mario Bros.(DS). Fazendo o uso modelos tridimensionais em um estilo de jogo bidimensional aos moldes da era 16-bits.
Contudo, o produto lançado possuía fases curtas, sendo menor que qualquer jogo lançado para o Mega Drive, um acabamento gráfico péssimo, além de uma dificuldade nada desafiadora. Essa última muito provavelmente sendo escolha para que o jogo tivesse uma boa recepção com diferentes públicos, visto que estaria presente até mesmo em Smatphones.
Apesar de todas as críticas feitas a Sonic The Hedgehog 4 : Episódio 1, é importante mencionar que o level design consegue ser bastante inventivo. Ainda que recaia no problema de reciclar temas consolidos dentro da série, a inventividade de mecânicas apresentadas dá um charme diferente a estas releituras. Muitas das mecânicas do jogo foram aprimoradas na continuação, Sonic The Hedgehog 4 : Episode 2, o que a torna uma experiência mais completa, ainda que abaixo dos grandes medalhões da franquia.
15: Sonic 3D Blast

Sonic 3D Blast, projeto criadoem parceria da Sonic Team com a Traveller’s Tales, surgiu para suprir a necessidade de um título do principal personagem da empresa no Sega Saturn. Reunindo a franquia Sonic com outro título arcade da empresa, Flickers. O projeto apresenta pela primeira vez o personagem em uma aventura completa dentro de um ambiente tridimensional. Adaptando a jogabilidade bidimensional dos principais títulos do Mega Drive para um estilo de plataforma com visão isométrica.
O jogo se passa em Flicker’s Island, local onde vivem os Flickers, pequenos pássaros que foram capturados pelo Dr. Robotinik. Com base na principal mecânica de seu jogo de origem, o jogador deve encontrar os Flickers espalhados pelo cenário. Quando todos forem encontrados, a passagem para uma próxima sessão é liberada. Graças a esta mecânica, Sonic deixa de ser um plataforma side-scrolling de pular e correr para se transformar em um jogo de plataforma com foco em exploração de cenário.
A velocidade fica em segundo plano, pois o jogador deve estar atento para encontrar um número fixo de Flickers no cenário, em geral, aprisionados dentro dos robôs. Junto a dificuldade, muitas vezes causadas pela perspectiva do jogo, que gera algumas mortes frustrantes e level design confuso que faz com que o jogador ande em círculos, fazem desse título um dos menos atrativos da era clássica do personagem.
14: Sonic and the Black Knight

Servindo como sequência para Sonic and the Seven Rings, exclusivo do Nintendo Wii. Sonic and the Black Knight segue uma fórmula parecida, situando-se em uma fantasia medieval, por meio das histórias do Rei Arthur de Camelot. Sonic and the Black Knight, não chega a ser um pessímo título da franquia, entregando uma boa sensação de velocidade ao jogador. Além de uma nova jogabilidade com uma espada, controlada com os sensores de movimento do Wii Remote.
Com uma direção de arte belissíma e a última partipação da banda Crush 40, Sonic and the Black Knight impressiona tanto visualmente quanto sonoramente. Contudo, os controles de movimento, via Wii Remote, tendem a ser bastante inconsistentes no decorrer do jogo. Vezes funcionando muito bem, vezes funcionando muito mal. Tornando uma grande experiência, vez ou outra bastante frustrante. A estranheza gerada por conta dos personagens em um outro universo, é na verdade uma característica marcante e trás novos ares a uma série que frequentemente recicla diversos temas a exaustão sem inovar muito. Contudo, existe uma falta de polidez nos controles que podem afastar novos jogadores.
13: Sonic Advance

A primeira publicação da SEGA para uma plataforma da antiga concorrente, Nintendo, após o fracasso comercial do Dreamcast, é uma experiência bastante morna. Sonic Advance cumpre o seu papel comercial de apresentar a franquia para um novo público ao qual a SEGA estava se direcionando. Com uma alta quantidade de personagens selecionáveis e a volta da jogabilidade side-scrolling, adaptada para um público moderno, Sonic Advance faz o básico e não vai muito além disso. Quando colocado lado a lado com as sequências dessa sub-série, em especial, é difícil o posicionar como o melhor dos três.
Sonic, Tails, Knuckles e Amy são jogáveis, cada um com habilidades diferentes que permitem explorar o cenário. Ainda que explorar os mesmo cenários com os mesmos personagens não seja o apíce da diversão, é o tipo de desafio bem vindo a um portátil, no qual você pode puxar da bolsa por alguns minutos para se destrair. Uma mudança, particularmente, desagradável é o meio para encontrar as esmeraldas do caos. Ainda que neste caso, seja uma das poucas mecânicas que Sonic Advance consegue aplicar melhor que seus sucessores.
12: Sonic Heroes

Do primeiro título para uma plataforma portátil de uma antiga concorrente, para o primeiro título para uma plataforma de mesa de uma antiga concorrente. Sonic Heroes aposta nos mesmos cavalos que Sonic Advance: “Apresentar a franquia para um novo publico.”. O título faz um bom uso das novas plataformas, em especial, o Gamecube que carrega a melhor versão. Apesar disso, representa um passo para trás de tudo que foi construído até ali. Simplificando história e se certificando de que todos os personagens que apareceram na franquia desde então estejam presentes (exceto os de arcade e game gear).
Sonic Heroes apresenta-se como uma execelente idéia, mas apenas nas horas iniciais de jogo. Apesar de inovar nos temas, as fases finais de cada campanha são bem mais tediosas, em especial, quando comparada com as iniciais. Junto disso a extensão das fases, com este título possivelmente contendo as maiores fases da frânquia até os dias atuais.
Como se não fosse o suficiente, o jogo requer que as quatro campanhas sejam finalizadas para revelar o final verdadeiro. Algo que nunca teria sido um problema nos títulos da série adventure, mas aqui cansa graças a repetição extensiva dos mesmos enormes cenários com quase nenhuma variação relevante. Em resumo, é como se fosse necessário rejogar o mesmo jogo quatro vezes para conseguir o final verdadeiro. Nem Ghouls and Ghostsfoi tão sádico assim.
11: Sonic the Hedgehog (1991) – Mega Drive

A primeira aparição do azulão foi uma virada de chave para a SEGA e uma grande adição para o universo dos jogos eletrônicos. Reconhecido seu valor histórico, é necessário ser honesto, tal qual Sonic Advance, este título oferece o básico bem feito. Definiu as bases da franquia, porém, todos os outros que vieram após ele foram capazes de deixá-lo para trás. A experiência ainda é bastante válida, apesar das críticas já batidas ao título, como as fases especiais serem possivelmente uma das piores franquia.
A progressão também é um pouco traiçoeira, trazendo secções de velocidade e logo em seguida cortando-as para dar lugares a salas apertadas e labirintícas, que obrigam a movimentação lenta. A dificuldade implementada na obtenção das esmeraldas do Caos, não chega a ser recompensada corretamente, apenas gerando um final com pouquissímas alterações da tela final do jogo. Como resultante deste final alternativo há uma certa frustração, não fazendo uma real diferença coletar todas as esmeraldas em revisitas futuras ao título.
10: Sonic Rush

Sonic Rush é para o Nintendo DS o que a série Advance foi para o Gameboy Advance. Desta vez, contando com um pouco mais de linhas de dialogo e reduzindo o orçamento para personagens jogáveis. Sonic Rush moderniza o estilo clássico de correr e pular para o que estava em vigor na época atráves de títulos como Sonic Unleashed, e futuramente Sonic Generations. A jogabilidade boost é o grande destaque, sendo possível atropelar inimigos e correr quase que sem limites por cenários extremamente abertos.
A trilha sonora é um show a parte neste título, sendo a caracteristica que mais impõe uma identidade a ele. Contudo, a parte visual deixa um pouco a desejar, não possuindo momentos muito memoráveis. Não há uma fase que seja particularmente marcante, principalmente por serem feitas para que os personagens jogáveis atropelem tudo sem nenhum remorso.
A adição da Blaze the Cat é bem vinda, o que adiciona um grau fator replay ao jogo. Visto que apesar dos mesmo cenários, os personagens passam por eles em ordens diferentes. Arrisco dizer que há variação de level design entre as duas campanhas, mas como a parte visual não cria momentos memoráveis acaba não sendo persceptível.
09: Sonic The Hedgehog 2

Com o sucesso de Sonic the Hedgehog (1991), era natural que uma sequência viesse a caminho.Sonic the Hedgehog 2, melhora a fórmula de seu antecessor, sendo uma versão melhor em praticamente tudo. Contudo, não se deixe cegar pela nostalgia, ou mesmo a fama do título. Sonic 2 conta com diversos problemas, sendo este o jogo menos polido da franquia inteira em relação a bugs.
A progressão de cenários entre fases também é bastante esquista, de uma praia para uma fábrica para uma floresta. Enquanto o primeiro jogo contava uma história oculta por meio do cenário, no qual uma floresta é tomada pela destruição e industrialização humana.Sonic 2 parece não se importar com tentar contar algo parecida, com o tema dos cenários sendo bastante aleatórios.
A busca pelas Esmeraldas do Caos agora são devidamente bem recompensadas, tendo também a implementação de fases especiais que passaram a ser repetidas com frequência em outros jogos da franquia. Essas mesmas agora dependem um pouco mais de habilidade e memorização do jogador, oferecendo um número maior de oportunidades em coletá-las. Outra grande adição é o Tails, que serve como um segundo player. Apesar da raposa ter a habilidade de voar, aqui o Tails serve mais como uma outra skin para o Sonic, só ganhando uma real diferenciação de gameplay em jogos futuros da franquia.
08: Sonic CD

Enquanto Sonic Rush deixa a questão visual abaixo, Sonic CD faz questão de ser notado. Amplamente comentado por sua poluição visual, o jogo só perde neste quisito para Knuckles Chaotix para o 32X. Sonic CD foi criado em um cenário bastante específico, no qual o personagem, recem criado ganhava em paralelo duas continuações distintas. Esta liderada por Naoto Oshima e Sonic the Hedgehog 2, liderada por Yuji Naka. Ainda que este pareça mais um remake do primeiro título do que uma tentativa de continuação.
Sonic CD mantêm as bases de Sonic the Hedgehog (1991), porém estende a jogabilidade em alguns conceitos. Por particularidade, a viagem no tempo, fortemente inspirada por De Volta ao Futuro (1985), na qual alterações no passado causam alterações no futuro. Amy Rose e Metal Sonic surgem como personagens marcantes. A versão robótica do protagonista parece ter custado as reservas do Dr. Robotinik, pois o mesmo se encontra com as máquinas masi fracas já constridas na franquia. Aparentemente, quis cortar custos de produção e acabou gerando um maquinário de baixa qualidade.
O título possui seus pontos altos, mas muitas vezes são ocultados pelo level design confuso. A dificuldade de voltar no tempo em alguns cenários também é um problema. As mudanças de level design entre passado, presente e futuro também é bastante confusa. Considerando que para conseguir o final verdadeiro, o importante é apenas voltar ao passado, o tempo futuro acaba se transformando em um objeto sem sentido em futuras revisitas ao jogo.
07: Sonic Advance 2

Pegando tudo que seu antecessor construiu, Sonic Advance 2 melhora a fórmula. A principal melhoria presente é a alta velocidade, na qual o jogador consegue quebrar a barreira do som correndo de forma contínua. Uma mecânica que parece ser uma versão menos overpower da jogabilidade Boost, presente em Sonic Rush. Aqui Sonic, Tails, Knuckles, Amy e a novata Cream the Rabbit, que foi contratada para o elenco original após fazer figurações na versão de Gamecube de Sonic Advanture.
Este título fornece ideias bem parecidas com seu antecessor, mas realmente se propõe a mudar algumas coisas. As fases abertas são um convite a correr desenfreadamente e tentar manter o modo sônico pelo maior tempo possível garante bons momentos de diversão. Os temas das fases também são bastante variados, apresentando alguns cenários nunca usados na série anteriormente, como o cenário dos instrumentos musicais, que é bastante inventivo.
Dentre todas as críticas, a pior é o modo de coletar as esmeraldas do caos, fazendo este título ser um dos mais difícieis para se conseguir um final verdadeiro. Praticamente impossível conseguir coletá-las sem o auxílio de um detonado.
06: Sonic Mania

O título é uma carta de amor aos fãs de longa data da franquia. Além de ser um projeto feito com parceria de fãs da série com a SEGA, tudo é feito na mais altíssima qualidade, sendo uma experiência indispensável e uma excelente porta de entrada para novos jogadores. Passeando por cenários antigos e recriando novas versões do mesmo, Sonic Mania consegue ser bastante criativo nas alterações que faz em cada fase.
Com Sonic, Tailse Knuckles jogáveis, a aventura também possui uma DLCs com companheiros antigos do ouriço, Mighty the Armadillo e Ray the Flying Squirrel, que deram as caras pela primeira vez pouco conhecido arcade SEGASONIC SUPERSTARS. Além destes, há inumeras outras referências guardadas com carinho dentro do título.
O jogo recebe algumas critícas pontuais devido ao seu comprimento, mas não chega a ser algo que atrapalha a experiência. A menos que o jogador se proponha a jogar do começo ao fim em um único dia, o tamanho do jogo não será um problema. Sonic Mania trás de volta uma parte importante do que faz os títulos de Mega Drive serem tão divertidos.
Ainda assim, é uma pena que o jogo aposte suas fichas mais uma vez em cenários que já foram utilizados e reutilizados dentro da franquia. A história também é bastante análoga aquela que acontece com Sonic Generations, mas por não ser um título comemorativo apenas aparenta ser uma desculpa um tanto quanto fraca para pegar antigos jogadores pela nostalgia.
05: Sonic Generations

Comemoração de 20 anos da franquia, Sonic Generations também é um prato cheio para fãs e uma excelente porta de entrada para que novos jogadores conheçam a franquia. Utilizando-se de dois estilos de jogabilidade, remetendo as fases clássicas e modernas do personagem, o jogo adapta fases famosas dos diversos títulos da linha principal do azulão. Transportando os jogos modernos tridimensional para uma reimaginação dos cenários em duas dimensões, como também os clássicos cenários bidimensionais e as reimaginando para um estilo moderno.
Sonic Generations faz uma grande celebração da série, se fazendo presente fases retiradas de Sonic the Hedgehog 1, 2 e 3 & Knuckles, Sonic Adventure 1 e 2, Sonic Heroes, Sonic the Hedgehog (2006), Sonic Unleashed e Sonic Colors. Como tentativa de agradar um público maior, este título possui uma dificuldade muito baixa, o que pode desagradar alguns jogadores. Em especial considerando que, infelizmente, a experiênciacom o título é bastante curta, não requerendo mais de uma tarde para completar todas as fases. O jogo ainda possui algumas missões secundárias, mas nada que realmente acrescente algum valor ao jogo, sendo algumas bens chatinhas de se realizar.
04: Sonic Advance 3

Enquanto Sonic Advance 2, apostava na melhoria do que Sonic Advance definiu como base. Sonic Advance 3, opta por mudar a jogabilidade, pegando o modelo usado em Knuckles Chaotix e o aprimorando. Contudo, é um título bastante ame ou odeie dentro da franquia. Os personagens jogáveis são os mesmos presentes no título anterior, porém, agora é possível montar equipes de dois personagens. Cada equipe dentro do jogo age de forma diferente, possibilitando um total de 10 combinações com variações de jogabilidade, que podem ser alteradas a qualquer momento. Isso permite que o jogador explore e teste as melhores combinações para cada uma das fases, a medida que os persoangens são desbloqueados.
Contudo, alguns problemas ainda persistem. A coleta das esmeraldas do Caos ainda é bastante semelhante ao útlimo título, com o diferencial de que neste foi um pouco descomplicado. Sendo necessário uma boa dose de paciência, ou um detonado para conseguir o final verdadeiro. A jogabilidade em dupla também pode ser vista com maus olhos por jogadores extremametne apegados com o estilo clássico.
03: Sonic Adventure

Após uma geração inteira sem um título principal do mascote da empresa, Sonic Adventure muda completamente o jogo. Sendo a primeira aventura em uma ambiente totalmente tridimensional. Agora com um tom relativamente mais maduro, com um foco em narrativa, com uma história contada de formas diferentes a partir do ponto de vista de cada um dos personagens.
Sonic, Tails, Knuckles, Amy Rose, Big the Cat e E-103 Gamma são os personagens jogáveis, cada um com um estilo de gameplay que casa com sua personalidade, além de perspectivas individuais do plano geral. Ainda influenciado pela narrativa, este é o primeiro jogo da série que coloca o Super Sonic jogável apenas no final verdadeiro, além de dispensar a coleta das esmeraldas por meio de fases especiais.
O principal defeito do título é a presença do Big the Cat, com uma gameplay totalmente inspirada em jogos de pesca. A presença do personagem neste título é tão desagradável, que o personagem só apareceu como jogável em Sonic Heroes, pela última vez. Existem também diferenças gráficas relevantes entre as versões de Dreamcast e Gamecube, com esta última tendo uma quantidade maior de detalhes nos modelos dos personagens, porém as cores aplicadas em muitos dos cenários chegam tirar muito da personalidade do jogo.
Uma pena, visto não existem meios oficiais de adquirir a versão de Dreamcast. O Chao Garden também é uma mecânica que chama atenção, inspirada sucesso que os jogos Tamagochi faziam na época, e ainda que seja opcional é bastante interessante cuidar deles.
02: Sonic the Hedgehog 3 & Knuckles

A produção de Sonic the Hedgehog 3, passou um pouco do prazo previsto para lançamento, devido a problemas no desenvolvimento. Esse atraso acabou gerando uma compensação para o público que recebei no mesmo dia dois jogos diferentes. Sonic the Hedgehog 3 e Sonic & Knuckles, sendo um a continuação imediata do outro, mas não só isso. O cartucho de Sonic & Knuckles apresentava uma tecnologia única, a Lock-On, que permitia adicionar outro cartucho a ele, desbloqueando novos conteúdos. O utilizando junto de Sonic 3 estava criado a experiência bidimensional definitiva do ouriço, Sonic 3 & Knuckles.
Sonic 3 & Knucles aprimora ao máximo a experiência que a Sonic Team criou com os títulos anteiores, ofertando um jogo imenso com fases interligadas de modo quase que cinematográfico. Além disso, a aventura ainda conta com duas campanhas separadas, com caminhos diferentes para uma para Sonic & Tails e outra para Knuckles. O método de captura das esmeraldas do Caos sofreu mudanças, aumentando a necessidade natural de exploração dos cenários, além de oferecer fases especiais que dependem muito mais de habilidade e pensamento rápido do que sorte e memorização.
01: Sonic Adventure 2

Este título carrega o amargo gosto de ser o último produzido para um console da SEGA antes da mesma abandonar o ramo de fabricação de harwares de mesa. Em compensação, é facilmente uma das melhores experiências dentro de toda a saga do ouriço azul. Seguindo os moldes narrativos de seu antecessor, Sonic Adventure 2 apresenta uma história mais madura, com a presença dos personagens Shadow the Hedgeghog, que imediatamente se tornou o personagem mais popular, e Rouge the Bat. Dividindo a narrativa em apenas dois momentos, contada pela perspectiva do Team Hero (Sonic, Tails e Knuckles) e o Time Dark (Shadow, Dr. Eggman e Rouge). Com Tails e o Dr. Eggman herdando a jogabilidade do E-103 Gamma, do título anterior.
Em verdade, o jogo possui sim alguns pontos baixos, a jogabilidade do Tails e Dr. Eggman, parece uma versão mais economica e menos divertida do que era com o Gamma. O estilo de jogabilidade do Knuckles e Rouge podem prolongar bastante a aventura, para jogadores de primeira viagem. Contudo, estes são problemas infímos diante a qualidade que o título oferece.



[…] Quando se pensa em SG-1000, um dos títulos que acaba chamando atenção é Girl’s Garden. Não exatamente por qualquer característica ligada ao software do jogo, mas sim a seu programador. Afinal, este foi o primeiro trabalho do programador Yuji Naka, que posteriormente ficaria encarregado como o principal programador do Team Sonic, além de ser reconhecido como “Pai do Sonic”. […]